ESPETÁCULO

Era uma vez um reino muito, muito encantado, porque era nele que viviam todas as Bruxas do mundo. Fazia tempos que não acontecia nada empolgante naquele Reino: todas as Princesas já haviam sido desencantadas, todos os Dragões já tinham sido domesticados e todas as Torres-Prisões tinham virado estacionamento de vassouras.   Até que uma incrível notícia correu por entre todos os Pântanos: Carabose, a Rainha das Bruxas, ganhou um bebê: uma Bruxinha!
Todos daquele reino imediatamente foram convidados para a Festa que apresentaria a herdeira do Trono das Bruxas.  Vieram magos e feiticeiros, ogros e duendes, vampiros e lobisomens e até mesmo os fantasmas apareceram. E cada convidado trouxe para a princesa bruxa um presente especial: uma bola de cristal, um caldeirãozinho para preparar o mingau, uma vassourinha modelo infantil, um chapéu pontudo de tricô.  Mas, antes que a última das Bruxas Madrinhas pudesse dar o seu presente, eis que se ouviu nos Salões de Carabose o som que mais colocava medo em todas as bruxas, magos e feiticeiras: o tilintar dos sinos que anunciam o aparecimento de uma fada! O pânico foi geral, pois todos sabem que fadas e bruxas estão “de mal” desde sempre.
E, para piorar a situação, não era ninguém menos que a mais poderosa de todas: a Fada Madrinha, que, mesmo sem ter sido convidada apareceu para “presentear” a nova Princesa das Bruxas. A Bruxa Carabose ainda tentou consertar a situação, dizendo que os morcegos tinham entrado em greve e por isso o seu convite não foi entregue, mas foi em vão, a Fada Madrinha daria o seu presente por bem ou por mal: antes de completar seus 500 anos, a Princesa espetaria seu dedo na agulha de uma roca e ficaria acordada para todo o sempre – o que deixaria a pobrezinha cansada demais para fazer bruxarias. Foi então que a última das Bruxas Madrinhas teve a brilhante ideia de esconder a Princesa em um lugar de onde ela não pudesse espetar seu dedo onde quer que fosse: as Cavernas do Hades, de onde ninguém nunca conseguiu sair, graças a vigilância do Cão de 3 Cabeças. O que antes pareceu uma boa ideia, acabou se tornando um grande problema, pois se o Hades era um lugar de onde ninguém poderia sair, a Princesa permaneceria nele trancada mesmo depois de ter completado seus 500 anos.  Mas, nada mais podiam fazer e a Princesinha para lá foi enviada e, desde então, no Reino das Bruxas nunca mais teve uma festa.  Até que, passado 500 anos, surgiu naquele reino um forasteiro pronto para resolver o problema: Orfeu, o único mortal capaz de ir até as Cavernas sombrias do Hades e de lá sair trazendo de volta a Princesa para que pudesse reinar sobre todas as Bruxas. Com músicas de Paul Dukas, Tchaikovsky, Purcell, Weber e Gluck, “A Sinfonia das Bruxas” é uma homenagem aos personagens que sempre encantaram as histórias – e as músicas.

 

Repertório:

Manuel De Falla

El Amor Brujo                        

Camile Saint Saens

Dança Macabra                     

Christoph Willibald Gluck

Trecho da ópera Orfeu e Euridice           

Johann Sebastian Bach

Toccata e fuga em Ré menor           

Carl Maria Von Weber

Trecho da ópera O Franco Atirador    

Leo Dlibes

Trecho da Suíte Sílvia           

Paul Dukas

Aprendiz de Feitiçeiro   

Elenco: Com maestro João Maurício Galindo, ator, atriz, cantora e bailarinos.

Texto e Direção – Paulo Rogério Lopes | Direção Musical e Regência – Maestro João Maurício Galindo | Direção Geral e de Produção – Ângela Dória

 

 

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