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    A hipótese da existência de um tumor cerebral é formulada, normalmente, pelos sintomas que a compressão de alguma estrutura provoca. Observamos compressão pela massa tumoral ou pelo acúmulo de líquor céfalo-raquidiano, quando o tumor bloqueia sua drenagem (hidrocefalia). Seus sintomas incluem dores de cabeça, specialmente pela manhã, combinadas a vômito e náusea; falta de coordenação; tonturas; fraqueza e, em crianças, aumento do volume da caixa craniana. |
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Podemos observar, também, alterações visuais, fraqueza em algum membro, dificuldades na fala ou no equilíbrio.     Para que o diagnóstico preciso seja realizado, o médico tem que lançar mão de alguns exames complementares. Os exames comumente utilizados são a tomografia computadorizada (CT) e a ressonância magnética (MRI). Estes não são invasivos e podem exigir uma injeção intravenosa de contraste para facilitar a visualização de alterações cerebrais. A localização da massa, suas características radioterapialógicas e a idade do paciente podem sugerir o tipo de tumor. A definição exata, entretanto, será feita através do exame anátomo-patológico, que consiste na análise dos tipos celulares encontrados. Esta análise será feita após retirada total ou parcial da massa tumoral e é de grande importância para o tratamento, já que diferentes tipos de tumor cerebral exigem terapêuticas distintas. |
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